quinta-feira, 20 de maio de 2010

Desespero


Existem dias em que se tem vontade de ser um verdadeiro super herói. Daqueles com poder invisível sabe?
Acredito que seria mais facil não ter um ataque de nervos.
Essa correria toda, as vezes me deixa sem ar. Sem coragem para acordar. Queria ficar o dia todo enrolada no meu mega edredon roxo florido.
Crescer não é tão fácil como se pensa, nem tão gostoso quanto parece.
A medida em que a liberdade aparece, as reponsabilidades aumentam.
É o telefone que não para de tocar, o tic tac das 5 da tarde e a luz apagada da meia noite.
O dia começa sempre muito cedo, e como se fosse surpresa: termina super tarde.
Eu tenho várias personalidades durante o dia. Algumas pareço a meiguice em pessoa. Em outras eu me indentifico com um leão pronto para dar o bote. Mais, a personalidade que mais me agrada, é aquela que aflora quando me encontro com a outra metade da minha laranja.
E o que importa se eu for 6 pessoas ao mesmo tempo? No trabalho eu ja me desdobro em 10 e a recompensa é dada dia após dia.
O que importa, o que conta e o que facilita é que embora eu tenha vários "eu" dentro de mim e cada um tenha um significado, um limite ou pasciência, cada um desses "eu" possuem um tanto de doçura e outro tanto de loucura. Quando menos me dá na telha, eu já estou prestes a mandar um chingamento boca a fora.
Embora eu não me acostume com os "EUS" existentes e com as forças que se fazem necessárias durante um período curto de 120 horas ( que é quando acaba a minha semana), eu me reinvento e tento ao menos trazer em cada um deles, aquilo que eu tenho de melhor. Sendo a melhor amiga dos "teletubies" ou a "bruxa do 71" que me assustava aos 11.
Matando um leão por dia e deixando mil borboletas voarem ao som dos meus risos.
" Cada um sabe a dor e a delícia, de ser o que é."

terça-feira, 18 de maio de 2010

Falta de investimento desmorona vidas


Em meio às catástrofes ambientais já ocorridas no período de janeiro a abril, o descaso com a população é visível

Um dos problemas mais questionáveis da sociedade desde a revolução industrial no século 18,é o crescimento desordenado que ocorre nos grandes centros do país em desenvolvimento. A maioria da população, que não tem condições de se instalar em locais adequados para moradia, acaba se fixando na periferia, muitas vezes em locais impróprios como morros e barranco, criando as favelas.

A situação das pessoas que habitam esses locais é crítica e perigosa, haja vista o desnível de terra e a precariedade das casas, pois sem condições mínimas de segurança, torna-se difícil a essa população erguer uma estrutura que suporte os fenômenos naturais, como as chuvas que destruíram mais de 200 casas no Morro do Bumba (RJ) no início do mês passado.

Segundo reportagem divulgada pelo jornal Correio Braziliense de 24 de fevereiro, no terremoto do Haiti em janeiro deste ano, 220 mil pessoas morreram soterradas nos escombros das construções. “ Uma nação que vivia em condições precárias agora enfrenta o desafio da sobrevivência”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reportagem. As pessoas que moram nas periferias do Brasil também vivem em condições precárias e num cenário pós-chuva acabam vivenciando praticamente uma questão de luta pela sobrevivência. O que indaga a voz brasileira é o questionamento sobre os R$800 milhões que o governo brasileiro enviou nos últimos cinco anos ao Haiti em missão de paz, (número divulgado no UOL notícias em 15 de Janeiro) e aos mais de R$ 20 bilhões que foram entregues após o terremoto. Toda a quantia poderia ter sido, também, aplicada para auxiliar no restabelecimento da ordem após as catástrofes naturais, cada vez mais comuns.

O governo brasileiro tem consciência do risco que as pessoas correm quando instalam suas casas em áreas periféricas, e esse risco aumenta toda vez que chove. O que falta é um pouco de atitude. Dinheiro, pelo jeito, o governo tem.

A necessidade de ajuda humanitária internacional é inquestionável, pois milhares de pessoas vêm sendo vítimas de tragédias da natureza que aconteceram pelo mundo nos últimos anos. Porém, o Brasil também não pode abrir mão dessa ajuda, que se faz necessária devido à precariedade das periferias. É perceptível que R$ 800 milhões gastos em cinco anos, não seriam suficientes para suprir todas as necessidades do país em relação à moradia em áreas de risco e que estão em formação, mas é preciso que haja um primeiro passo, um ponto de partida.

Quando o governo precisa de votos, promete melhorias, qualidade de vida e implantação da “igualdade social”, que de igual só tem promessas. Os anos passam, as gestões governamentais mudam, as promessas são sempre as mesmas e a situação da população brasileira continua igual.

Se o país tem capacidade para “socorrer” outros povos internacionais e outros países quando se encontram num estado de calamidade, provavelmente tem fundos para começar um trabalho de reestruturação de moradias dessas comunidades, ou dando condições para que esses indivíduos se fixem em locais seguros. É mais viável investir em medidas preventivas, do que ter de gastar muito mais depois, reconstruindo a destruição deixada por catástrofes que poderiam ser evitadas.

Por: Meiryellen Formigoni (www.jornalmateriaprima.com.br) MENU : Opinião

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Adolescente coleciona cactos como hobby



O que começou como brincadeira de escola virou paixão; estudante encontrou satisfação cuidando da planta

É comum adolescentes colecionarem figurinhas, CDs, adesivos, revistas etc. Porém, no Jardim Monte Belo, zona oeste de Maringá, um colecionador se destaca entre os demais. Ele tem paixão por colecionar minicactos.

O estudante Pedro Henrique Simião, 16, coleciona a planta desde os 14 anos e hoje cultiva cerca de 20 vasos. “Tudo começou com uma brincadeira de escola, para ver qual dos meninos conseguiria juntar mais espécies. Como sempre gostei de coisas diferentes a paixão pelos cactos continuou até hoje. Os espinhos me encantam e afastam os curiosos”,brinca.

Segundo a psicóloga Melck Kelly Piastrelli, 28, pós-graduada em Gestalt Terapia ( que estuda a forma), o ato de colecionar nessa idade é algo natural e pode ser considerado uma forma de distração, hobbie. “Pela história de Pedro e pelo fato dele admirar os espinhos da planta, pode significar a revelação de uma parte de sua personalidade, possivelmente introspectiva”, afirma Piastrelli.

A mãe de Pedro, Maria de Lurdes Simião, 39, também é apaixonada por plantas e cuida muito bem das flores que tem. “Comecei com uma avenca que peguei na beira de uma cachoeira, quando eu tinha 16 anos. Hoje tenho mais de 50 vasos com flores de diversos tamanhos, espécies e cores. Admiro muito a beleza e estou limpando meu quintal para plantar violetas. Meu marido já sabe, quando quer me dar algum presente, compra uma flor”, diz.

De acordo com Karina Fidanza, 30, professora de biologia do Cesumar (Centro Universitário de Maringá), não é comum encontrar cactos no Paraná. “Os cactos são facilmente encontrados na região Nordeste do Brasil, e para serem saudáveis necessitam de luz do sol e um pouco de água. Já os minicactos, necessitam de um pouco mais de água e de atenção maior, pois são muito jovens e apresentam menor resistência à exposição solar”, afirma Fidanza, que é doutora em botânica pela Unicamp (Universidade de Campinas).

“Não importa o preço que eu tenha que pagar para ter cada muda diferente. Gosto de olhar todos os dias, ver como eles cresceram e saber que fui eu quem cuidou, regou e colocou ao sol. Eu não tenho bicho de estimação, mais o cacto ocupa o meu tempo, e o meu carinho” compara Pedro.


(Por: Meiryellen Formigoni / Publicado no www.jornalmateriaprima.com.br)

terça-feira, 27 de abril de 2010

É por você...


O caminho é árduo, cansativo, estressante...
As luzes são fortes e garanto não é o fim do túnel de uma história feliz: algumas quase chegam a cegar.
Por aqui nesse mundo vasto de informações também existe a previsível contagem regressiva: três, dois, um... gravando!

O corre, corre me deixa louca, e quem sabe um dia, com a pressão arterial de 18,5 igual o mestre de história.

Mesmo assim eu decidi: vou seguir.

Quando me disseram que seria difícil, que os tapetes seriam puxados e que vez ou outra o coração ia doer, eu fixei os dois pés no chão com concreto e, nas costas, carreguei sempre o meu melhor escudeiro: as bençãos de Deus.

Eu já encontrei algumas pedras e já sai por ai, chorando e soluçando feito criança. Precisando de colo, de descanso para os pés cheios de bolhas, de algo plausível que me rendesse ao menos, uma boa pauta.

Nada fora do contexto do que já haviam me contato, nem fora das diretrizes curriculares da academia...
Porém, o mais interessante ninguém nunca me explicou.
Esqueceram que nada disso importa se não correr o sangue apaixonado nas veias, se não houver vontade de ver e ter um futuro social mais digno e uma força de vontade imbatível quando o cansaço tentar aparecer.

Os mestres da vida, pularam alto as cercas da cidade grande e esqueceram que bem ao lado da casinha sem pintura, humilde e de madeira, existe sempre uma boa história pra contar.

Ainda não possuo um currículo com furos, primeiras capas ou um 10 em reportagem.
Mas estou descobrindo pouco a pouco, aquilo que esqueceram de me contar...
Que além da redação turbulenta, do barulho infernal dos telefones e das desculpas pelo que "não é feito", se descobre no apaixonado pelo que faz, a paz interior de missão cumprida.

Quando eu era pequena, esqueceram de me mostrar na escola, que alem do ABC o que vale na vida é lutar pelo que se quer, e que é possível sim alcançar os sonhos e ser feliz.

É por você que meu coração pulsa, meu sangue corre e minha inspiração aflora.
É pela correria da minha vida que será sempre atropelada pelo relógio...
É pela falta de descanso, busca por justiça e incansável legitimação da verdade.

É por você jornalismo.

(Por: Meiryellen Formigoni)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Projeto de bairro destaca cultura afro

Atividades desenvolvidas por meio de oficinas melhoram o relacionamento social da comunidade do João de Barro

A Praça Zumbi dos Palmares, localizada bem no meio do Conjunto Habitacional João de Barro, zona sul de Maringá, é palco para atividades que, desde 1995, buscam apoiar a população negra do bairro e homenagear a cultura afro descendente. Embora não tenha nem sede própria, o Centro Cultural Jhamayka - nome oficial do projeto - funciona graças à dedicação do servidor público Osmar Batista, 51, o Jamaica, como é conhecido no João de Barro.

Com apoio de familiares, amigos e profissionais especializados, Jamaica criou oficinas para disseminação da cultura afro com a participação da comunidade. Essas oficinas contam com a ajuda de Paulo Francisco, 38, o popular Bahia, que além de educador social é especialista em cultura afro brasileira.

Bahia, por meio de seus conhecimentos auxilia no contexto teórico do projeto. “Os jovens que participam de oficinas, como a de capoeira, não aprendem apenas como lutar. Aprendem também o significado disso tudo na cultura afro”, explica. Além da capoeira, o projeto desenvolve oficinas de percussão, trançando cultura, o Conto do Nagô, e Dança Africana que ocorrem duas vezes por semana, na Praça Zumbi dos Palmares, no bairro.

Segundo Jamaica, as crianças que participam das oficinas melhoram a própria desenvoltura. “Muitas têm por natureza a timidez e a dificuldade para se relacionar, mas ao entrarem em contato com as atividades e com as outras crianças, acabam se soltando, e isso é perceptível até mesmo para a família.”

Segundo a empregada doméstica Luciane Santos, 28, mãe dos gêmeos Maicon e Marlon, 9, as oficinas melhoraram muito o desempenho de seus filhos no colégio. “Antes eles não participavam das aulas porque tinham vergonha. Hoje o difícil é fazer com que eles fiquem quietos,” afirma. “A gente não vê a hora de chegar em casa, colocar o uniforme e ir para o treino”, completa Marlon.

Na casa de dona Márcia da Silva, 34, não é diferente. A filha Amanda, 10, participa de duas oficinas, Dança Africana e Capoeira. “A Amanda fica muito ansiosa quando tem apresentação de dança, e isso me deixa contente, porque enquanto ela pensa em dançar, não se desvia para o lado errado”, afirma.

“O nosso foco principal são os jovens. Nós queremos que eles tenham consciência daquilo que é correto. Como educador social, acredito que independentemente da cultura ou das condições que cada um vive, o importante mesmo é que o nosso trabalho continue, e que o tema do nosso projeto sirva de exemplo para toda a sociedade. Hoje quando o Jamaica diz que transformar é possível, eu acredito”, declara Paulo Francisco.

(Por: Meiryellen Formigoni / Para: Jornal Matéria Prima, edição 293)

linck: http://www.jornalmateriaprima.com.br/menu/geral/?id=95



sexta-feira, 5 de março de 2010

As lições da vida

Vez ou outra você cai. Vez ou outra você treme na base.
Mais embora o tombo seja grande, e a base amedrontadora, cada vez que você cai, ou treme...
se levanta ainda mais forte e ganha um equilíbrio ecepional no fim da história.
Nada é 100% ruim e também nada é 100% triteza.
Não há desespero que um dia após o outro não cure, e nem algo tão ruim que não possa ser superado.
Tudo tem o lado bom. E também o mais ou menos.
A vida nos ensina as maiores e mais complexas lições por meio da dor e das quedas.
Nunca vi ninguém aprendendo a ser forte e acreditar em si, assistindo o zorra total.
Se algo ainda não deu certo, é porque você ainda não está pronto para passar por essa 'prova'.
Destino, Deus ou nossas escolhas?
Bem, para entrar em uma discussão como essa, eu teria que me aprofundar melhor em diversas teorias.
Mas, uma coisa eu digo: Só eu sei o que a vida me ensinou, e o tanto que eu aprendi.

(Por: Meiryellen Formigoni)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

"Inteligentível"


"Não ligue pro que eles vão falar, ninguém esta aqui no seu lugar".
Os outros literalmente não se importam.
Não interessa o quanto você faça, ou o quanto você se esforce. Vai ter sempre alguém pra criticar, pra por defeito.. mais ninguém capaz de fazer "aquilo" melhor do que você. Ninguém tem o talento que foi disperto no teu interior. Cada ser é unico, e é responsavel pelo que cria, compete, insulta ou cativa.
Embora as coisas caminhem para liberdade de expressão de movimento e de ideais... isso nunca será o bastante pra quem esta do lado de lá do discurso, da fronteira, da tv, da passarela, ou mesmo do telefone.
Será que a busca pela perfeição é tão sabia assim? Sempre vai haver críticas. Pela 'turbinação' ou pela falta dela.
Eu ao inves de sofrer para agradar os outros, prefiro me convencer com a auto realização.
Estereotipos femininos, corpos malhados e esqueléticos, desnutridos e infelizes? Acredito que de nada vale corpos sarados anabolizados, e um crânio OCO!
Enquanto as pessoas ganham dinheiro turbinando seus corpos moldados , eu trabalho com o cérebro.
Enquanto estes seres ficam cada vez mais vazios, eu me encho de saber.
Eu tenho fome por coisas novas, pelo que é belo e "inteligentível".
(Por: Meiryellen Formigoni.)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Acreditar em si mesmo. Que coisa simples não?!
Apresento lhes a outra face da moeda: a insegurança.
Quando essa palavra se dirige juntamente com os sonhos, estes tem 70% de chances de serem deixados pra lá, como se fossem apenas folhas secas de outono.
Acreditar em si mesmo é o mínimo que se pode ter na vida.
Amar - se antes de amar ao proximo, acreditar nos próprios talentos antes de cobrar credibilidade dos outros.
Os sonhos de cada um, necessitam de muito esforço e paciencia. Devem começar devagar , assim como as bolhas de sabão que são formadas apenas por um sopro.
Estas começam pequeninas porém, depois da persistência de quem as cria, elas crescem e então se encontram com a força do vento e ganham o céu.

Tudo depende da sua força pessoal, e no poder que as palavras tem.
Já dizia Renato Russo: " Quem acredita SEMPRE ALCANÇA, confie em si mesmo".
O que você esta esperando?!.

Por: Meiryellen Formigoni
Hoje eu me senti sozinha, pra baixo e sem forças.
Ninguém parecia me entender ou me ouvir e talvez, os meus desejos não fossem nada mais que sufoco.
Hoje eu chorei sozinha, eu tremi na base e não tinha ninguém além de eu mesma para me fazer companhia.
As lágrimas cairam e secaram. O aperto no peito veio, foi embora e está voltando e no entando eu não ouço o telefone tocar e nem a voz de ninguém para me socorrer.
Hoje eu percebi que muitas pessoas precisam de mim de verdade, porém, quando eu mais preciso delas tenho que esperar pelo "depois", "pra hora que der", "puder".
Analisei tudo e percebi também que todos conseguem apontar pelo menos 10 falhas ou 10 defeitos meus todos os dias, enquanto isso, os elogios ficam guardados na gaveta dos meus desejos.
Se sinto dor é drama, se eu preciso de atenção é sufoco, se eu preciso desabafar todo mundo ta muito ocupado pra ouvir, e quando eu falo o que penso é porque tenho gênio dificil de lidar.
Quaisquer coisas que eu faça ou digam vão me deixar assim...
Na espera anciosa por um reconhecimento, vou deixando aqui mais linhas tristes de uma história meio frustrada...
... de uma garota que só queria ser feliz.

Por: Meiryellen Formigoni

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Era tudo perfeito, tudo cor de rosa e de repente: PUFF! TIBUM!
Uma bomba estoura tudo o que foi construido, todos os sonhos planejados. A única coisa que resta é um gosto amargo na face e nos lábios. É uma dor insuportável e interminável que corroe a cada dia mais o coração e a vida de quem se envolveu. É uma tristeza infinita que prende até mesmo as lágrimas, numa coluna de ferro e aço que parece não ter fim...
Todos os contos, os desejos e as vontades são deixadas pra lá... tudo se torna pó. O pó que um dia se misturou em agua e cimento para formar um sonho, hoje retorna ao seu principio: o proprio pó. Desse vez, para construir novos sonhos.. não conseguirá se alimentar somente de cimento e água, este necessitará de areiiaa.. muito carinho, cuidado e uma dose extra de dedicação para que sua secagem seja perfeita, e ele não se quebre e nem volte a ser pó. É um trabalho árduo, existe muita perfeição, muita vontade e principalmente muito amor.
Os sonhos e desejos que viraram pó, sejam em histórias de amor ou contos de fadas com bruxas maldosas, mesmo que virem pó um dia, sempre serão lembradas pela parede da memória, e pela marca da saudade daqueles que o viverão.
O fim, dois fins. Nenhuma das duas partes começa integro e convicto outra história/ sonho.
Estes que viram tudo virar pó, necessitaram de uma nova parte que complemente e complete o que falta para a estrutura não mais desabar.
Espero que os espelhos do caminho da vida, não reflitam a história dos sonhos e do pó nunca mais. Espero piamente, que os espelhos reflitam apenas as coisas boas, as tardes de sol, e o sentimento solto pelo ar.
(Meiryellen Formigoni)